Política

Município faz várias candidaturas ao PRR

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A Câmara de S. João da Madeira preparou várias candidaturas ao PRR. Na passada reunião do executivo, foi aprovado para candidatar um pacote do qual consta, entre outras intervenções, uma reabilitação “significativa” na zona da Devesa Velha.

Depois de uma primeira candidatura “mais genérica”, foram estabelecidas unidades de execução, no quadro da Área Metropolitana do Porto e o financiamento que coube ao município de S. João da Madeira “é de cerca de 3 milhões de euros”, sendo que a apresentação do primeiro bloco de candidaturas decorreu até 30 de outubro. A explicação foi dada pelo Presidente da Câmara, Jorge Sequeira, na reunião do executivo, que decorreu na passada sexta-feira, 28 de outubro, tendo a autarquia esclarecido, à margem, que a comparticipação é de 100%.
A Operação Malmequer, com valor superior a um milhão de euros e que esteve em discussão na reunião, prevê melhorias em espaços exteriores nas comunidades desfavorecidas no concelho e, nesta primeira fase, são candidatadas seis intervenções, sendo a mais significativa, de acordo com o presidente, a reabilitação paisagística, funcional e operativa da Devesa Velha.
Será intervencionada uma parcela de terreno em frente ao Jardim de Infância, promovendo a ligação entre essa zona e os blocos da PSP E GNR “prestes a ser intervencionados”. “Vamos criar ali nova centralidade, um espaço de fruição e convívio”, apontou o autarca.
Já na Mourisca, prevê-se a construção de novos passadiços e melhoria de outros já existentes. Estão também previstas intervenções em parque infantis da cidade, “que têm desgaste”, e colocação, nesses espaços, de “equipamentos inclusivos”. As intervenções previstas nesta operação são nos espaços recreativos da Mamoinha e 16 de maio, contando-se ainda arranjos urbanísticos na rua do Poder Local e na Praça Barbezieux.
A vereadora Susana Lamas questionou se o arranjo urbanístico na zona do Poder Local vai implicar redução de estacionamento, ao que o Presidente respondeu afirmativamente, completando que será criada “uma praceta” e “um espaço de fruição com valor arquitetónico acrescentado”. “Atrás dos prédios há muito estacionamento livre, que está vazio, basta andar um bocadinho a pé”, justificou igualmente.
A Câmara aprovou os projetos, por unanimidade, sendo que o lançamento da empreitada fica condicionado à aprovação da candidatura e obtenção do financiamento.

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