Política

Tiago Correia é candidato à presidência do PSD local

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“Era uma ambição que já tinha” e, agora, está mais perto de a alcançar. Tiago Correia é candidato à presidência da Comissão Política do Partido Social Democrata de S. João da Madeira, nas eleições que decorrem no dia 5 de novembro.

Nos próximos dois anos propomo-nos, através de iniciativas e ações políticas que contribuam para a reflexão de temas fundamentais para a cidade, a preparar o partido, construindo uma alternativa forte para as próximas eleições autárquicas”, indicou o candidato, na apresentação da sua candidatura, na terça-feira (dia 25).
Questionado sobre que iniciativas pretende levar a cabo, Tiago Correia respondeu que passam por “trazer pessoas que sejam especialistas em determinadas áreas e temas que e estejam a discutir ou possam vir a discutir e dar os seus inputs”, bem como em questões “determinantes” como a Linha do Vouga, no sentido de o PSD começar a construir um programa eleitoral.
Na apresentação da candidatura, o social democrata deixou várias críticas ao Partido Socialista e à governação municipal deste. “S. João da Madeira, nos últimos 5 anos, perdeu o seu espírito empreendedor que há muito a caracterizava. Assistimos a uma cidade parada e amorfa”, disse.
Inspirado pelo Grupo Patriótico Sanjoanense, Tiago Correia vincou a vontade de “colocar S. João da Madeira à frente do seu tempo”.
Não nos podemos, pois, conformar com a tão pouca ambição por parte do Partido Socialista e do seu executivo municipal, escudando-se em meras operações de cosmética, através da alteração do nome das coisas, e achar que tratar de um contrato ou registar uns terrenos é um feito extraordinário para a nossa cidade”, atacou, completando que isso “é gestão corrente, não é projetar a nossa cidade para o futuro”.
O atual vereador aponta ainda que “nem sequer há projetos para o novo edifício da SANJOTEC”, nem a “ampliação da Zona Industrial das Travessas”.
Quanto à Praça, lembra a alteração ao projeto com a retirada da construção de um parque infantil e “uma grande redução do número de lugares estacionamento”, além de que ainda não está a ser feita “a construção do estacionamento na Rua Padre Oliveira”, cujo concurso ficou deserto já duas vezes.

“Os sanjoanenses nem imaginam o que já poderíamos ser se nós governássemos a cidade”

Tiago Correia compara os dois primeiros mandatos de Castro Almeida (PSD) e Jorge Sequeira (PS), enumerando obras do primeiro, para dizer que “sem lamentações, mas com determinação” foram várias as marcas que os executivos do PSD deixaram cidade. “Os sanjoanenses nem imaginam o que já poderíamos ser se nós governássemos a cidade”, frisou.
Para o candidato, o PS “teve tempo e condições, quer políticas, quer financeiras, para deixar a sua marca” na cidade. Mas, há sanjoanenses “e até elementos do PS” à “espera de perceber qual é a marca que este executivo quer deixar à cidade, estando esta constatação bem patente em muitos sanjoanenses, nas últimas eleições autárquicas o PS já perdeu mais de 1.100 votos”, acusa igualmente Tiago Correia.
Construiremos, juntos, uma alternativa [...] assente no princípio das boas contas, na redução de impostos, no forte investimento na cidade e onde todos possam ter oportunidades sem deixar ninguém ficar para trás”, vincou o candidato, agradecendo à atual presidente do partido, Susana Lamas, a “disponibilidade que teve e que tem para o Partido”.
Questionada sobre as razões que a levam a abandonar a liderança do PSD local, a também vereadora na Câmara Municipal indica que se está a entrar “num ciclo de preparação para as autárquicas e outras eleições” e “fazia sentido entrar nova comissão política”.
Já tive o meu tempo e além disso não temos de estar agarrados aos cargos”, refere a social democrata, que lidera a estrutura local há dois mandatos e continuará na equipa, noutra posição, ainda por revelar.
Preparar o partido em termos de pensamento crítico, positivo e construtivo, no sentido de criar uma alternativa” é o objetivo de Tiago Correia.
Quanto à relação do PSD com o CDS e a IL (partidos com quem concorreu coligados nas eleições autárquicas), o candidato considera que estão “sintonizados” na relação “estreita” que têm vindo a manter.

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