Política

Pedro Nuno Santos explicou aos militantes a proposta de Orçamento do Estado para 2023

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Pedro Nuno Santos veio a S. João da Madeira falar da “revolução” em curso na habitação, em particular para os mais jovens, da ferrovia e do aumento do salário mínimo nacional, traçando em linhas gerais o Orçamento do Estado para 2023.

O Ministro das Infraestruturas e da Habitação na Comissão de Economia, Obras Públicas, Planeamento e Habitação esteve reunido com elementos do Partido Socialista (PS) local, em S. João da Madeira, para apresentar em linhas gerais o Orçamento do Estado para 2023, numa sessão incluída no âmbito do “PS Presta Contas”, que decorreu no último sábado, dia 22, à noite, no auditório dos Paços da Cultura, que foi pequeno para ouvir “o filho da terra”.
Com uma plateia atenta, onde se destacavam autarcas, deputados, dirigentes e muitos militantes e simpatizantes do PS distrital, Pedro Nuno Santos começou por lembrar o “caminho difícil” que, desde 2015, os executivos do “partido rosa” tiveram que traçar, após os anos da troika e do Governo de Pedro Passos Coelho. “Ninguém quer voltar a esses tempos”. Assegurou que o seu partido “conseguiu conquistar a confiança dos portugueses”, dado que conseguiu colocar a “economia a crescer acima da média da União Europeia”.
O Ministro falou ainda dos “desafios” da pandemia da covid-19, e da atual crise, após a invasão Russa na Ucrânia, descrevendo-a como uma “situação muito complexa”, assumindo mesmo que a “inflação está a impor constrangimentos a todos os governos, com nota de que não há soluções milagrosas”, enfatizou.
Ao que parece a “estratégia” do executivo PS passa pela “aposta num equilíbrio”, com o aumento de apoios sociais às famílias e respetivas pensões, redução da carga fiscal, apoiando as empresas, “mas sem alimentar a inflação”. Assumiu ainda a importância do “esforço de consolidação das contas públicas”, algo que considera mesmo “determinante”, já que “Portugal é um dos países mais endividados da Europa”.

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