Sociedade

“Nada deve ser uma sentença definitiva”

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Saiu do IOP de Lisboa, a 28 de setembro, com destino ao Instituto de Oncologia do Porto. Uma viagem de 13 dias, durante mais de 300 quilómetros, numa caminhada que teve como objetivo transmitir esperança aos doentes de cancro.

É um verdadeiro exemplo de superação. Fez a ligação aos IPO de Lisboa, Coimbra e Porto, numa caminhada, com o objetivo de dar esperança a “todos aqueles que sofrem e lidam com o cancro ou com outra doença igualmente perturbadora e limitadora, bem como a todos os que se encontram a lidar com adversidades importantes nas suas vidas. Aos doentes de cancro”.
João da Silva, jornalista, foi diagnosticado com cancro em 2007, tendo enfrentado duas recidivas, que foram ainda acompanhadas por um processo de hemodiálise e um transplante renal. Durante a sua passagem por S. João da Madeira, que aconteceu no último fim-de-semana, o cronista do jornal Público, explicou que é seu objetivo que “olhem para alguém que lidou com três situações oncológicas, que fez hemodiálise, e ainda um transplante renal, e que pensem: se este tipo teve isto tudo, e consegue fazer esta caminhada, eu também consigo reagir!”, enfatiza.
O sorriso foi sempre uma presença constante na sua viagem, e a felicidade em cada quilómetro percorrido era motivo de satisfação para este homem, que, durante a doença, chegou numa primeira fase a estar mesmo impedido de caminhar, e numa outra não passava de meia dúzia de passos. “Nada deve ser uma sentença definitiva, se podemos fazer alguma coisa, façamo-la, um passo de cada vez, como eu fiz com esta caminhada”, assegurou.

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