Sociedade

Arrancou criação artística sobre a praça Luís Ribeiro

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Começaram os encontros para desenvolver uma criação artística sobre a praça Luís Ribeiro, no âmbito do projeto Interferências 1.0, que será apresentada no dia 9 de julho, nesse coração da cidade.

O projeto Interferências 1.0 — do programa Cultura para todos, desenhado pela divisão de cultura do munícipio de S. João da Madeira e desenvolvido pelo Teatro da Didascália — teve início no final de dezembro de 2020 e vai terminar em julho deste ano, culminando com a apresentação da quinta criação.
Recorde-se que o projeto conta com cinco processos de criação artística, que partem da identidade e pertença da comunidade e do território e, nesse sentido, foram abrangidos cinco locais da cidade.
Cada criação, das quatro já apresentadas, contou com a coordenação de um artista convidado. Assim, houve uma peça de teatro no Museu do Calçado (com Sara Barros Leitão); uma instalação plástica no Museu da Chapelaria (com Cláudia Ribeiro); um filme-concerto sobre o antigo cine-teatro Imperador na casa da Casa da Criatividade (com Pedro Neves); e instalações sonoras dedicadas à Oliva (de César Estrela).
Entretanto, teve início o processo de criação para a Praça Luís Ribeiro, que conta com os quatro artistas juntos e que terá apresentação no dia 9 de julho, sendo o encerramento do projeto.
Esta última fase pretende “celebrar o espaço público, o lugar que a todos pertence e que cada um (des)conhece à sua maneira”, segundo notas do Teatro da Didascália.
De acordo com esta entidade, atualmente os participantes encontram-se na fase de recolha de informações e histórias sobre a praça. Os encontros acontecem duas vezes por semana (terças e sábados ao final da tarde, na praça ou numa sala no edifício Parque América) e, tal como nas criações anteriores, pode participar qualquer pessoa da comunidade.
Até porque “identidade e pertença são conceitos-chave do projeto que temos vindo a promover junto dos participantes e demais equipas envolvidas nos processos de criação e que atravessam as obras criadas – assim esperamos que se prolonguem na memória”, frisa o Teatro da Didascália, que está disponível para trabalhar com “quem aparecer ao acaso ou por vontade, com quem passar e quiser saber o que se passa, com quem quiser ouvir, com quem quiser contar alguma memória, partilhar algum desejo ou simplesmente jogar ao peão”.

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