Cultura e Lazer

A cidade voltou a dançar

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“A Cidade Dança” teve curadoria da bailarina São Castro, contou com a participação de várias instituições e associações sanjoanenses e chegou às fábricas. A organização pertenceu à Câmara Municipal, em parceria com a associação "Play False"

A Casa da Criatividade, os Paços da Cultura, o edifício da Torre da Oliva, o espaço envolvente ao Museu da Chapelaria, o Jardim Municipal, várias fábricas e entidades ligadas à indústria foram palcos da edição deste ano de “A Cidade Dança”. Um regresso ao modelo de grande interação com a comunidade que marcou a primeira edição, realizada em 2019, depois de dois anos de restrições devido à pandemia.
Este evento voltou, assim, a registar um grande envolvimento de grupos sanjoanenses, protagonistas de um programa diversificado, que incluiu também os espetáculos “Lowlands” e “A Caminhada”, a oficina “A Dança e a Matemática” e um workshop com a bailarina Julie Anne Stanzak, que participou também numa sessão de projeção de um documentário sobre a obra da grande coreógrafa Pina Bausch.
“A Cidade Dança” foi, dessa forma, ao encontro do que projetava a sua curadora, a bailarina e coreógrafa sanjoanense São Castro, que proporcionou ao público a possibilidade “estar e ver, experimentar e sentir, refletir e intervir, através de várias atividades, múltiplas linguagens, diferentes eixos de ação e diversos espaços”.
Outro dos objetivos definidos à partida era o de valorizar “o trabalho desenvolvido pelas escolas e entidades da cidade que se dedicam ao ensino desta área artística”, o que ficou bem patente nas duas apresentações urbanas promovidas neste âmbito, respetivamente no Jardim Municipal (na sexta-feira, 29 de abril, Dia Mundial da Dança) e na envolvente ao Museu da Chapelaria (no sábado, 30 de abril).

Ar­tigo dis­po­nível, em versão in­te­gral, na edição nº 3890 de O Re­gi­onal,
pu­bli­cada em 5 de maio de 2022

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