Opinião

Tempestades...

• Favoritos: 45


Quem semeia ventos, colhe tempestades. O bom, ou pelo menos é o que todos nós esperamos, dá-nos um certo conforto, espiritual e físico, é esperar que a seguir a uma tempestade venha a bonança.
Por estes dias temos tido exemplos, verdadeiramente ligeiros, mas não deixam de ser exemplos: temos tido dias de vento e chuva forte intervalados por dias com bastante sol leva-nos quase sempre a afirmar “olha o dia de ontem e como está o dia de hoje!”.
As tempestades que me quero referir não tem muito haver com a meteorologia, mas mais com as coisas que nos vão acontecendo na nossa vida em sociedade... Vejam a tempestade mental que é a mudança da hora e a indiferença que mostram em relação à adaptação que todos temos de fazer... E quando finalmente começamos a adaptar “pumba”, lá mudam a hora outra vez! Em relação ao leitores não sei,, eu sinto-me afectado essencialmente nas horas do sono.
Outra tempestade que por estes dias nos afectou a todos foi a história do Orçamento de Estado na Assembleia da República. Pois os protagonistas querem isso mesmo, protagonismo... Porque para o povo, de quem todos eles falam, penso que se estão marimbando... Depois que se mostrem surpreendidos com a percentagem de abstenção!!!
Outra tempestade que assisti televisivamente, é claro, e escrevo agora para os que gostam de rugby, foi o atropelo da Nova Zelândia (All Black) ao País de Gales. Que maravilha de atropelo! Fantástico!
Meus amigos, este é o prazer de escrever para vós... Como constatam, isto não passam de tempestades dentro de um copo com água. Com o desejo de que as verdadeiras tempestades que vamos assistindo pelo mundo fora não nos visitem...
Na música, viajamos até à folk music... tentem ouvir Pete Seeger.
Nos livros, “O medo da insignificância. Como dar sentido às nossas vidas no século XXI”, de Carlo Strenger.
Bom novembro!

45 Recomendações
42 visualizações
bookmark icon