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Garagem de Arrifana apresenta as novas soluções de mobilidade elétrica

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O passado dia 8 de julho foi dia de apresentação da nova Garagem de Arrifana à imprensa. Alfredo Barros Leite, presidente do Conselho de Administração do Grupo Auto Soluções Mobilidade (GASM), foi o anfitrião

O passado dia 8 de julho foi dia de apresentação da nova Garagem de Arrifana à imprensa. Alfredo Barros Leite, presidente do Conselho de Administração do Grupo Auto Soluções Mobilidade (GASM), foi o anfitrião que começou por lembrar que a marca, fundada em 1947, foi em tempos um nome incontornável no mundo automóvel na região, mas que passou por algumas dificuldades. Menos de um ano depois, a nova Garagem de Arrifana, agora sob a gestão da GASM é, na ótica do administrador, “uma estrutura sólida e organizada, com uma equipa motivada e empenhada na reconstrução do seu bom nome”.

Alfredo Barros Leite, presidente do Conselho de Administração

Segundo o administrador da empresa, o GASM destaca-se por “um modelo de governo fácil e simplificado”, numa estrutura em que as “pessoas são valorizadas” através da construção de “um ambiente saudável” de trabalho e com reflexo na “satisfação dos clientes”. Assim sendo, o responsável assegura que a confiança dos clientes foi recuperada e acredita que, mesmo em ano de covid-19, consiga uma faturação superior a 30 milhões de euros.
O grupo tem atualmente 150 técnicos especializados para um total de 14 espaços de exposição de viaturas, cinco oficinas especializadas, quatro unidades de colisão, uma unidade de comunicação, uma unidade de apoio ao financiamento e serviços exclusivos.
Num dia em que quiseram que fosse de convívio e de partilha de valores, a administração convidou os jornalistas a uma visita guiada às instalações da Garagem de Arrifana, mostrando as alterações efetuadas no espaço. E, assim, estava dado o mote para uma jornada que serviu para a imprensa ter a possibilidade de conhecer melhor as novas soluções de mobilidade elétrica comercializadas pelo Grupo, com a realização de um test drive ao Audi E-tron Sportback, o Volkswagen ID.4, o Škoda Enyaq e Seat Leon.

Com saída da Garagem de Arrifana, a caravana partiu rumo a Alvarenga, atravessando as sinuosas estradas que contornam a Serra da Freita, permitindo uma experiência de condução com as novas tecnologias dos carros das diferentes marcas comercializadas. Da parte da tarde e depois do almoço em Alvarenga, o grupo teve a oportunidade de atravessar a nova ponte pedonal, a Ponte 516 Arouca, numa gentileza da administração do GASM.
O regresso a Arrifana fez-se ao final da tarde e o balanço é francamente positivo, ficando a ideia de que as quatro propostas apresentadas oferecem experiências de condução distintas, e apresentam-se como um novo capítulo da mobilidade urbana, com novos designs, novas soluções e estando um passo à frente em termos de informação, entretenimento e digitalização oferecidos ao condutor.

Refira-se que, num mundo em que cada vez há uma maior preocupação ambiental, a grande oferta de veículos elétricos assume um papel de protagonismo. No caso dos veículos 100% elétricos não há qualquer emissão direta de gases poluentes para a atmosfera, e por isso, a aposta do GASM é muito forte neste sentido.
Quem opta pela mobilidade elétrica beneficia de isenções fiscais e de incentivos à aquisição, bem como na diminuição das despesas de manutenção dos veículos. O Fundo Ambiental é um desses incentivos, mas há ainda a isenção do Imposto Sobre Veículos (ISV) e Imposto Único de Circulação para veículos totalmente elétricos. No caso dos Plug-in têm direito a uma redução de 75% do valor do ISV e os híbridos normais de 40%.
Mas, há ainda a questão relacionada com a manutenção dos carros, que no caso dos elétricos tem um custo baixo. Como não possuem motor de combustão interna, têm menos peças na sua constituição - filtro de ar e de combustível ou correia de distribuição, para citar alguns exemplos - e uma mecânica simplificada que exige menos cuidados, reparações ou substituições. Há também um desgaste dos travões menos acentuado, devido ao uso do motor para travar, que ao mesmo tempo recarrega as baterias em funcionamento. Aconselha-se, apesar de tudo, que a manutenção seja realizada a cada 50 mil quilómetros.

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