Sociedade

“O futuro passa por um voluntariado mais organizado, com maior visibilidade e mais inclusivo”

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O Banco Local de Voluntariado cumpre, este ano, 10 anos de atividade. A associação de Jovens Ecos Urbanos, representada por Carlos Silva, em entrevista por escrito, faz um balanço positivo desta primeira década de trabalho.

Este ano, assinalamos o 10º aniversário do Banco Local de Voluntariado (BLV) de S. João da Madeira. Como surgiu a necessidade de uma prática de voluntariado mais organizada?
Surgiu no âmbito da rede social e do diagnóstico social 2009-2011. Na altura, não havia nenhuma estrutura que organizasse o voluntariado em S. João da Madeira e disso resultou a constituição do grupo de trabalho. Considerou-se que a melhor forma de organizar o voluntariado era estabelecer contacto com o Conselho Nacional para a Promoção do Voluntariado e posteriormente, a Associação de Jovens Ecos Urbanos foi eleita pelo grupo de trabalho como entidade promotora e dinamizadora do BLV.

Qual é a sensação que se tem quando olhamos em retrospetiva?
Tem sido um percurso de constantes desafios e de uma procura permanente de encontrar as melhores estratégias para promover o voluntariado na nossa comunidade, quer ao nível das pessoas voluntárias, entidades públicas e privadas sem fins lucrativos, quer das pessoas que fazem parte do grupo de trabalho. Fazendo um balanço, é francamente positivo, pois ao longo destes 10 anos (à data) temos um total de 258 projetos apresentados e 1643 pessoas voluntárias integradas.

Ar­tigo dis­po­nível, em versão in­te­gral, na edição nº 3850 de O Re­gi­onal, pu­bli­cada em 1 de julho de 2021.

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