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Do desemprego para os teares na Heliotextil

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Há três anos atrás, Ana Leite, natural de São João da Madeira, encontrava-se desempregada e optou por deixar o currículo na Heliotextil. Hoje é a mulher que trata do tear, um ofício que diz ser “muito interessante”.
Esta foi a primeira vez que Ana integrou uma fábrica, aspeto que não a impediu de se ter “adaptado rapidamente”. “Custou um bocado a habituar, eu não sabia fazer nada daquilo. Não tinha noção nenhuma, mas correu bem e agora aprendi. Não é um trabalho difícil de aprender”, descreve. Quanto ao trabalho que desenvolve, Ana leite tece fitas e elásticos, uma função que reconhece ser bastante minuciosa. “Sou tecedeira, é como fazemos as fitas. Inicialmente picamos o pente atrás, depois temos que reter e picar novamente. É a fase inicial de uma fita e de um elástico a ser feito. Portanto, começa-se por picar o pente que vem das teias, depois remetemos um a um à máquina e depois picamos novamente o pente. Por fim é processado na máquina, um afinador, que faz o resto”, explica de forma pormenorizada.

Ar­tigo dis­po­nível, em versão in­te­gral, na edição nº 3845 de O Re­gi­onal, pu­bli­cada em 3 de junho de 2021.

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