Opinião

A evolução do amor ao longo da vida

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O amor vai-se modificando, ao longo de toda a vida do casal.
No início da relação, tudo era entusiasmo, tudo era paixão, tudo era sonho, só bastava amor e uma cabana. Pensava-se que essa realidade ia durar a vida inteira.
A primeira deceção surgiu, a quando do nascimento do primeiro filho, e porquê? Porque a mulher perde-se em atenções com o bebé e esquece o afeto ao marido, pois toda a sua ternura, todo o seu carinho vai para o pequenino ser que ela trouxe junto ao coração. O marido não pode ser deixado para segundo plano, pois isto faz esfriar a relação. Casais mais novos estejam atentos a esta situação. O bebé não sofre se lhe derdes menos atenção e aquele que escolheste, para a vida inteira, pode sentir-se esquecido e desiludido e daí surgir a primeira crise. É que fora do lar, o perigo de uma infidelidade é uma tentação para o homem.
Peçam aos avós que fiquem com o vosso filho pequenino e saiam juntos, para irem ao cinema ou fazerem uma pequena viagem. Depois, com os outros filhos que vierem a seguir e como isso, já não é para a mãe novidade, tudo, entre o casal, corre mais satisfatoriamente.
Nas grandes dificuldades os dois, normalmente, estão muito unidos e até fazem promessas muito custosas, tais como irem a Fátima a pé, para que tudo corra pelo melhor.
Depois, com o passar dos anos e como o amor já esfriou um pouco aparece a história de um único guarda chuva para os dois. No início, um deles molhava-se para abrigar o outro, pois o amor era muito. Com o passar dos ano, cada um que se desenrasque. Tende em atenção: abrigai-vos sempre os dois, debaixo do mesmo guarda chuva.
O amor tende a evoluir com o passar dos anos, mas a grande modificação é na altura dos 50 anos da mulher, devido à menopausa.
A falta de hormonas provoca nela mudanças significativas no seu comportamento, tais como:
Grande fragilidade emocional;
Maior irritabilidade;
Pouca paciência;
Choro frequente;
Depressão;
Calores;
Discussões;
Relações sexuais dolorosas, devido à secura vaginal. Um gel pode facilitar a relação.
A maior parte das vezes surgem as discussões, porque estas alterações são de todo desconhecidas. A mulher dócil, alegre,compreensiva está a sofrer também.
O casal tem de trabalhar em conjunto e propôr um ao outro um jogo, durante um espaço de tempo:
Fechar os olhos e com a cabeça no peito do outro acariciar suavemente os cabelos, as orelhas a cara, os ouvidos. Isto ajuda, porque passa de um para outro toda a carga negativa.
Mas maridos, tenham paciência, porque estas alterações são passageiras.
Depois, o amor dos velhinhos também evoluiu e que bonito vê-los a ampararem-se um outro na caminhada, ou sentadinhos num banco de um jardim.

P.S. quero pedir desculpa aos meus leitores, por um erro cometido no jornal anterior e já esclarecido.
Eu escrevi o ó com um acento e por lapso acrescentaram um h.

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