Educação

Estudantes universitários confessam dificuldades durante a pandemia

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De caloiros a finalistas, opiniões sobre o ensino presencial e online não faltam. ‘O Regional’ reuniu-se com quatro estudantes universitários para tentar perceber o que estes estão a sentir nestes que seriam os seus “melhores anos” académicos.

Cada vez mais, os “novos adultos” optam por ingressar no ensino superior como forma de terem uma saída profissional mais segura e promissora, algo não tão comum em gerações passadas. Aquando do início da pandemia de covid-19, as entradas para a universidade aumentaram de uma forma surpreendente, cenário que muitos especialistas não estavam à espera, mas para o qual pode ter contribuído a implementação de medidas como a redução do número de exames nacionais realizados – os alunos fizeram apenas as provas de ingresso e classificação obtida contava apenas como nota de entrada, não sendo contabilizada para a média de avaliação interna.
“Pessoalmente as novas medidas não se aplicaram, mas tenho conhecimento de colegas meus que as aproveitaram porque, enquanto eu tive que fazer quatro exames nacionais ao longo do secundário, a maioria deles só teve que fazer um para conseguir ingressar no ensino superior”, diz Orlando Xavier. O agora aluno de Ciências da Linguagem da Faculdade de Letras da Universidade do Porto considera, ainda, que esse facto terá contribuído para “uma certa inflação das médias do secundário, porque não havia ponderação entre a média e as notas dos exames”.

Ar­tigo dis­po­nível, em versão in­te­gral, na edição nº 3840 de O Re­gi­onal, pu­bli­cada em 22 de abril de 2021

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