Sociedade

Câmara quer fazer ‘funeral’ ao último contentor coletivo

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A vontade de retirar os contentores coletivos da cidada foi expressa pelo Presidente da Câmara Municipal, na apresentação dos resultados relativos à produção de resíduos em 2020. O concelho está acima da média nacional na separação do lixo.

Os resultados foram apresentados no dia da reabertura dos auditórios, ou seja, na passada segunda-feira, no auditório da Sanjotec. Tratam-se de dados cedidos à Câmara Municipal pela ERSUC.
Jorge Vultos Sequeira sublinhou que “o ano de 2020 foi atípico, porque estivemos muito mais tempo em casa”, considerando importante que todas as pessoas se consciencializem de que são produtoras diárias de lixo.
No caso dos resíduos indiferenciados - aqueles que não são separados - verificou-se, no concelho, uma diminuição de 4%, face a 2019.
No caso dos seletivos - resíduos que se separam - em 2020, a recolha nos ecopontos cresceu 8,5%. No ecoponto municipal - onde se podem entregar, pilhas, colchões, verdes (resultantes de ações de jardinagem), entre outros materiais - houve um aumento de 45,7%.
Na separação de resíduos, verificou-se um aumento de 21,4%, no concelho, com 67,6 Kg por habitante, o que está acima dos valores verificados a nível nacional, em 2019 (48kg/hab). De acordo com o presidente da autarquia, “o plástico e o metal” foram os materiais onde a separação cresceu mais, seguindo-se o papel e cartão e só depois o vidro.
Recorde-se que a separação em S. João da Madeira pode ser feita nos ecopontos coletivos ou, no caso das moradias, através dos ecopontos individuais que a Câmara distribuiu, havendo ainda a recolha nas escolas e no comércio verde.

Ar­tigo dis­po­nível, em versão in­te­gral, na edição nº 3840 de O Re­gi­onal, pu­bli­cada em 22 de abril de 2021.

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