Sociedade

Risco de contágio continua muito reduzido na cidade

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Os dados mais recentes sobre a incidência da covid-19 dão conta de que S. João da Madeira continua em risco de contágio reduzido, com cinco casos ativos por 100 mil habitantes. De 4 a 11 de abril, a cidade registou dois casos positivos de infeção.

A Direção-Geral da Saúde (DGS) atualizou, esta segunda-feira, os dados relativos à incidência cumulativa a 14 dias por 100 mil habitantes.
No relatório de situação divulgado pode verificar-se que, e comparativamente com a semana passada, o R(t) aumentou ligeiramente, fixando-se agora em 1,00, mas a taxa de incidência do vírus diminuiu. A nível nacional, os valores indicam agora 62,8 casos de infeção de SARS-CoV-2 por 100 mil habitantes.
Na região, nos dados sobre a incidência cumulativa a 14 dias, que reportam ao período entre os dias 24 de março e 6 de abril, S. João da Madeira tem cinco casos positivos de infeção (9 na semana passada). Em sentido decrescente está, também, Santa Maria da Feira com 27 (43 na semana passada), Vale de Cambra tem atualmente 33 (66 na semana passada) e Arouca soma apenas 5 (19 na semana passada). Na região, apenas Oliveira de Azeméis viu os números aumentarem de 27, na semana passada, para 38 esta semana.
Apesar do aumento de casos a nível nacional, o risco continua reduzido na região.
De 4 a 11 de abril, a cidade registou  dois casos positivos de infeção. Tem, até esta data, 2252 casos confirmados.

“Inversão da tendência”

A pandemia de covid-19 regista uma “inversão da tendência” de descida em Portugal, que já tem um índice de transmissibilidade (R) de 1,05, podendo atingir os 120 casos por 100 mil habitantes dentro de “duas semanas a um mês”. A garantia foi avançada pelo investigador Baltazar Nunes, do Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge (INSA), que assinalou a atual “fase de crescimento” da disseminação do vírus SARS-CoV-2 no país e adiantou que, no dia 08 de abril, o último sobre o qual havia dados, o R atingiu já os 1,09, quando na anterior reunião do Infarmed (23 de março) o valor deste índice se situava em 0,89.
O responsável considerou que, a manter-se este nível de crescimento, o país pode atingir a linha dos 120 casos por 100 mil habitantes - número limite para ser travado o desconfinamento em vigor - num período de duas semanas a um mês.

 

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