Desporto

Clube A4 retoma atividade presencial a 5 de abril

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A ginástica de competição foi uma das modalidades que também sofreu com a pandemia da covid-19, sendo forçada a interromper a atividade. Mas, o regresso à atividade presencial já está agendado para 5 de abril, e o Clube A4 já está preparado.

A ginástica de competição está de regresso no próximo dia 5 de abril. O Clube A4 - Escola de Ginástica de S. João da Madeira retoma os treinos presenciais a pensar nas competições já reagendadas após esta paragem. Para já, a acrobática irá só trabalhar a componente física, visto tratar-se de uma modalidade de alto risco, optando a equipa técnica por trabalhar elementos individuais. Como há contacto, o treino das figuras ficará para mais tarde. Nas outras variantes, o clube arranca já sem condicionalismos, por tratar-se de baixo risco.

Assim, a Ginástica Para Todos (GPT) e a artística masculina e feminina vão começar, mas com horários desfasados e turmas mais pequenas. Rita Azevedo, coordenadora técnica e treinadora do clube assegura que todas as regras de higienização serão cumpridas. Em relação à artística, também haverá competição, estando os responsáveis a aguardar a “divulgação do calendário”, mas com esperança de que, “para fim de maio ou princípio de junho regresse a competição dos escalões mais velhos”. A formação não vai ter competição”, esclarece, ainda, a coordenadora.

Entretanto, o clube já recebeu um convite para participação num festival de ginástica em Coimbra, no mês de julho, que decorrerá ao ar livre, e onde já está inscrito com as suas classes de exibição.

Rita Azevedo adiantou a ‘O Regional’ já ter disponível a informação quanto ao número de atletas que vão regressar aos treinos presenciais, acrescentando tratar-se de um valor superior à participação registada no formato online. Inclusivamente, durante este período de paragem, e com os treinos a decorrerem exclusivamente por via digital, o clube registou a entrada de quatro atletas novas. “Essas meninas novas estão ansiosas para treinarem presencialmente e experimentarem os aparelhos. E nós ficamos satisfeitos porque verificamos que o esforço que temos vindo a fazer é compensador”, conclui Rita Azevedo.

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