Opinião

Cidade virada para dentro?... ou para fora?

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No contexto atual sócio-económico, temos de estar preparados para as exigências políticas que se aproximam no contexto nacional e local. Por isso, precisamos de estar motivados, concentrados e sobretudo concertados.
S. João da Madeira  encontra-se “virada para dentro”... mas pouco, aos poucos vai perdendo o protagonismo que tinha enquanto local preponderante e inovador nas terras de Santa Maria.
Poderemos afirmar que em período passado, emergia uma NOVA CENTRALIDADE no seio do EDV-ENTRE DOURO e VOUGA.
As novas acessibilidades são prementes, o alargamento do concelho tem que ser uma realidade como nos foi prometido. Considero que além das lindas tulipas, São João da Madeira parou no tempo do progresso.
Senão vejamos, a última obra inaugurada foi o CENTRO EMPRESARIAL E TECNOLÓGICO (CET), que, tem sido um caso de sucesso socioeconómico como incubadora de empresas.
A promessa de criar na “recuperação urbana”, uma nova centralidade urbana  no Vale do Outeiro/ Roupal, destinada a habitação de jovens e quadros qualificados,  não passou do papel.
A construção do Novo Complexo de PISCINAS MUNICIPAIS...Idem.(Neste caso nem o papel foi aproveitado-Souto Moura, lamenta mas recebeu pelo seu trabalho).
As novas Instalações Desportivas??? Idem.
Aproxima-se a oportunidade de um novo-ciclo e  sem retórica ou demagogia,  perguntamos: “ONDE ANDA A CIDADE INCLUSIVA,  PROMETIDA EM 2017? As periferias estão votadas ao abandono, faltam passeios na zona de Casaldelo,  requalificação de outros, pavimentos degradados em vários arruamentos.
Dentro do contexto da pandemia COVID-19, é, preocupante a profundidade da crise económica, que afeta , seriamente o tecido empresarial, as famílias,  não se vislumbrando planos da autarquia para ajuda à retoma económica.
Quando por todo o planeta se discute a depressão económica e as formas dela sair, temos obrigação de mudar estruturalmente, e, de possuir localmente políticas públicas locais,  que ajudem os cidadãos e as empresas.
Ao colocarmos as pessoas em primeiro lugar na atual conjuntura, o mesmo,  não invalida a concertação de políticas locais de apoio à inovação, desenvolvimento e modernização do concelho.
(EM ABONO DA VERDADE, O CONCELHO É UM DESERTO COM FALTA DE OBRAS ESTRUTURANTES- ”APENAS A PRAÇA LUÍS RIBEIRO “??? Poucochinho).
Devemos ter presente que o sucesso das Eleições Autárquicas depende do envolvimento de todos, e depende muito de cada um em particular.

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